26 comentários:

Cláudia M. a 5 de Agosto de 2008 às 16:56
Querida Ameixa, por mim estás mais que perdoada pelo "testamento"; pelo contrário, estou-te grata por me teres dado a conhecer o que "malheureusement" - para usar a língua do "teu" autor - ainda desconheço. Pois é, nunca li este livro, mas podes estar certa que vou fazê-lo o mais brevemente possível.
Qto às mulheres bonitas vs inteligentes, como já há mtos homens que acham que a mulher perfeita (?) tem de ser inteligente E bonita, até é bom haver uma opinião divergente... Mas depois tb há aqueles que gostam delas é mto bonitas e mto pouco inteligentes! Enfim, há gostos para tudo...

Tal como tu, desde que me lembro que ando (quase) sempre com um livro "a tiracolo" (uma das minhas piores tardes foi precisamente num posto médico várias horas à espera de um consulta, SEM UM LIVRO!!).
Olha, gostei mto da tua participação, e acho bem que não tenhas dado mtos detalhes, pq um dos objectivos é precisamente incentivar à leitura da obra...
Adorei essa frase de o inferno ser um local sem livros. Não poderia estar mais de acordo.
Elvira a 5 de Agosto de 2008 às 19:27
"L'Ecume des Jours" era uma leitura obrigatória do 8º ano, em França, onde fui criada. Gosto de toda a obra de Boris Vian, inclusivamente da mais oculta como o "J'irai cracher sur vos tombes". E aquelas letras de canções malucas que ele escrevia, como "Fais-moi mal Johnny"... :-D

Boa leitura, de facto. :-)

Beijinhos.
Talula a 5 de Agosto de 2008 às 19:38
Minha irmã fala maravilhas do Boris Vian, mas ainda não li nada dele.
Beijinho
Sylvia a 5 de Agosto de 2008 às 19:45
Puxa, que maravilha de post.Também sempre foi meu preferido pasatempo , enquanto espero qualquer coisa ,ler.
Beijos
Mari Rezende a 5 de Agosto de 2008 às 20:25
Adoooro ler também, Ameixinha... Seu post me deixou bastante curiosa sobre o autor!
Beijinhos!
Nani a 5 de Agosto de 2008 às 20:27
Também ainda não li nada do Boris Vian, e gosto muito de ler de quando em vez, adorei o post, bjs
Mari Rezende a 5 de Agosto de 2008 às 21:40
Ah, quase esqueci!
Menina, ri bastante com a sua história da Vaca Atolada... Esse é um prato delicioso da culinária brasileira, e mesmo sendo tão gostoso é bastante discriminado por utilizar a costela que é uma carne de segunda. Como você pôde perceber também, não é um prato muito light. Mas, ainda assim, é uma maravilha...
E eu fiquei muito feliz em saber que você gostou tanto da Mandioca! É uma iguaria estranha à primeira vista, mas tem muito potencial. Espero que você ainda possa preparar vários e vários pratos com ela! Se quiser, tenho algumas receitinhas legais que posso te passar...
Gostei tanto da sua experiência que resolvi entrar para o intercâmbio!! :D

Beijinhos!
ameixa seca a 5 de Agosto de 2008 às 22:10
Cláudia, ainda bem que gostaste da minha participação. É um prazer fazer parte da academia :)
Elvira, creio que Vian era um artista completo... maluco mas completo :)
Talula, se ela fala, acredita nela :)
Sylvia, pelo menos enquanto esperamos não ficamos a olhar para o vazio ;)
Nani, eu gosto muito de Vian. Mas ler, por si só, já é muito bom ;)
Mari, curiosidade é bom... leva-nos a descobertas boas ;)
A mandioca atolou em mim e fiquei fã. Ainda por cima, por causa dela, acho que fiz um bom post eheh A vaca atolada foi discriminada pela positiva aqui em casa... é delicioso ;)
Então se resolveste entrar para o intercâmbio só me resta dar-te as boas vindas a este mundo maravilhoso ;)
Abraços
claudia a 5 de Agosto de 2008 às 23:28
O único livro que li do Boris Vian foi precisamente: A espuma dos Dias e gostei bastante, principalmente as metáforas que ele faz para fazer a ponte entre a doença e a dimensão espacial, tal como a luz.
Noémia a 5 de Agosto de 2008 às 23:34
Querida ameixa, li « L'écume des jours» no original, não por escolha própria mas por obrigação. Era uma das obras possíveis numa oral obrigatória de Francês, na U.P., quando por lá passei.Gostei bastante do autor e da forma como escrevia, mais do que da história. Surpreendiam-me as ideias e reflexões absurdas,diferentes das outras obras que estudávamos...o rato, a doença de Chloé,essa enguia que vivia na canalização ensombraram o meu imaginário durante uns tempos ( não te esqueças que ia fazer exame sobre isso )! Mas já lá vão uns anos e os pormenores esbatem-se na minha memória. Não vou prometer relê-lo mas apaudo a tua escolha. :)