Quinta-feira, 11.12.14

Compota de abóbora com baunilha e limão

Um dia destes apareceu uma vizinha com um pedaço de abóbora na mão. É daquela abóbora amarelinha, um pouco mais doce, daquela que nem toda a gente gosta de colocar na sopa. Sabendo que ando sempre de volta dos tachos, perguntou se tinha sítio para congelar a dita. Mal olhei para ela e vi logo que, parte, ia para uma das minhas compotas favoritas. A vizinha, prontamente arranjou-me mais um pedaço de abóbora. Congelei alguma que tenho usado em sopas e decidi experimentar outra compota de abóbora. As nozes ainda não chegaram cá a casa, não sei se a senhora da nogueira se esqueceu da minha encomenda anual, ou se ainda estão a secar ao sol de inverno; por isso, embuí-me de espírito de aventura e... fiz uma pesquisa no google :)

Apareceu-me algo interessante e eu resolvi adaptar nos ingredientes e na preparação. Primeiro, porque a compota pedia laranja e eu, tendo laranjeiras em casa, mas estando demasiado escuro para ir apanhar uma, resolvi apanhar um limão que estava bem mais perto de mim e da lâmpada ;) Medo!!!

compota de abóbora baunilha.jpg

 

Ingredientes:

1 kg de abóbora limpa e cortada aos pedacinhos

0,5 kg de açúcar para compotas Sidul

1 vagem de baunilha aberta

1 pau de canela

1 casca de limão

1/2 cálice de vinho do Porto

 

Preparação:

Coloque todos os ingredientes na panela de pressão e deixe ferver por 20 minutos. Abra depois de sair todo o vapor, mexa um pouco e deixe terminar de engrossar. Guarde em frascos previamente esterilizados.

Caso prefira o método tradicional, leve o tacho ao lume com os ingredientes, mexendo ocasionalmente, até obter ponto de estrada. Guarde em frascos esterilizados.

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Quinta-feira, 23.01.14

Compota de kiwi e maçã


O melhor da abundância é que podemos conservar o excesso em frascos bem fechados, para saborear em tardes geladas, barrado numa torrada fumegante a acompanhar chá vindo da aromática Turquia.

Ainda há pouco abri o último frasco de doce de figo que fiz no final do Verão, e já tenho doce para os próximos meses. Ainda não consegui fazer um dos meus favoritos, doce de abóbora com coco ou com nozes. Mas tenho prometida uma menina que, se estiver tão boa por dentro, como parece por fora, vai levar-me a algumas horas em frente ao fogão. Um prazer, portanto!

Por falar em aparências, pode parecer que não tenho cozinhado nada, mas tenho cozinhado muito, que remédio :) A meteorologia é que não tem andado nada famosa para as fotografias, e a preguiça de actualizar o blog também não. Está muito frio, mexo-me apenas o essencial para não perder energias. Sou uma grande ursa, é o que é! Se pudesse, também hibernava.

 

Compota de kiwi e maçã

(inspirada no blog Ma Niche)

 

1 kg de kiwis biológicos

2 maçãs reinetas

500 gr de açúcar

sumo de meio limão

 

Preparação:

Descasque e corte os kiwis e as maçãs em pedacinhos, junte o açúcar e o sumo de limão.

Leve a ferver num tacho de fundo espesso, mexendo ocasionalmente, até obter ponto de estrada. Guarde em frascos esterilizados.

 

sinto-me:
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Sexta-feira, 24.08.12

Compota de figo

 

Comi hoje os primeiros figos. Andava desejosa de lhes espetar o dente depois de ver que já estavam à venda nos supermercados. As duas figueiras da minha tia são tardias e, apenas hoje, uma delas brindou-nos com dois ou três figos maduros. Os primeiros são sempre delírio dos passarinhos ;)

Esta compota está guardada desde o ano passado; publico-a agora, num novo verão que espero que se torne mais doce à medida que os figos nos vão chegando :)


Ingredientes:

1 kg de figos 

600 g de açúcar

 

Preparação:

Cortam-se os figos em pedaços e colocam-se numa panela com o açúcar. Leva-se a lume médio e, quando ferver, diminui-se o fogo até que a mistura fique espessa. Vá mexendo ocasionalmente para não pegar ao fundo e não deixar passar o ponto. Guarde em frascos previamente esterelizados.

 

Bom fim de semana a todos :)

 

Notas: Podem aromatizar a compota com baunilha, canela, vinho do Porto, etc.

Retirei a casca dos figos mas, se preferirem e se forem biológicos, podem mantê-las retirando apenas o pé.

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Terça-feira, 30.08.11

Doce de figo


Há falta de Moscatel e de estórias, porque não se pode ter tudo na vida quando apetece. Mas o bom português arranja sempre maneira de dar uma voltinha à questão. Acho que é por isso que o país está enterrado em dívidas até à ponta dos cabelos. Mas chorar não vale a pena e prá frente é que é caminho. Um dos melhores vinhos do mundo não há-de estragar nenhuma compota, e à semelhança da do ano passado, fiz uns quantos frascos de compota aromatizada de canela e vinho do Porto. Baseada na compota da Margarida adocei os meus dias com os pingo de mel que colhi empoleirada nos ramos frágeis de duas figueiras carregadinhas. Depois de um bolo e de me empanturrar com figos frescos, só resta a compota para saborear devagar nos próximos tempos. 

Ingredientes:
500 g de figos maduros
200 g de açúcar
0,5 dl de Moscatel de Setúbal
1 pau de canela

Preparação:
Pelar os figos e triturá-los grosseiramente. Colocá-los numa panela com o açúcar, o vinho, o pau de canela e levar a lume brando durante 30-40 minutos até obter a consistência desejada. Não esquecer de ir mexendo ocasionalmente com uma colher de pau.
Guarde o doce em frascos esterilizados (escaldados em água a ferver) e secos, enchendo-os até 1 cm dos bordos. Limpe o excesso que possa cair na boca do frasco, enrosque a tampa e vire-os imediatamente de boca para baixo até o doce arrefecer.
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Sexta-feira, 25.02.11

Compota de pêra

Falei em Primavera, em despachar os dias cinzentos e ela veio, quente e soalheira, animar o gato que, de tanto frio que tinha, conseguiu queimar os pêlos das sobrancelhas no fogão de lenha :)
O problema da Primavera não é o canto alucinado dos pássaros logo de manhãzinha, tampouco o pólen que viaja no ar, nem mesmo o desassossego das hormonas dos miúdos que os leva ao descontrolo total e moral, mas são os bichos que andam por aí!
Era bem capaz de gostar muito mais da Primavera, não fossem estes bichos malucos que se atravessam na minha vida. Numa das minhas caminhadas, ouvi algo cair à minha frente e levantar voo logo a seguir. Mal o meu cérebro se apercebeu do que era, soltei um audível "Ai!" e, automaticamente, olhei para os lados para ver se alguém tinha visto e ouvido a minha cena triste.
Era um gafanhoto e eu suporto tudo menos gafanhotos. Depois segue-se aquela dança estranha de olhar para trás para ver se o bicho me está a seguir ou se, loucura loucura, está agarrado ao meu casaco ou à minha imensa cabeleira ;)
Só de pensar que há quem coma estes - e outros - bichos como petisco, dá-me a volta ao estômago. Prefiro uma fatia de requeijão com compota caseira de pêra por cima.

Ingredientes:
4 pêras
300 gr de açúcar
1 dl de sumo de limão
1 casca de limão

Preparação:
Descasque as pêras e elimine-lhes os caroços.
Lamine as pêras e regue-as com o sumo de limão.
Leve este preparado a lume brando, num tacho, juntamente com o açúcar, a casca de limão e cinco colheres de sopa de água. Deixe ferver até obter ponto-fio forte. Retire do lume, elimine a casca de limão e coloque numa taça, se for servir. Para guardar coloque em frascos esterilizados.

Notas:
Para 300 gr de açúcar uso cerca de 500-600 gr de pêras maduras, mas não em demasia.
Se a fruta for muito sumarenta, vá retirando o líquido com uma concha, à medida que a fruta vai cozendo.
Pode ser adicionada uma colher de chá de canela em pó.
Receita retirada da revista Mulher Moderna nº151.
publicado por Ameixinha às 22:30 | link do post | comentar | ver comentários (50) | partilhar
Quinta-feira, 27.01.11

Compota de Cenoura


Há uns tempos vi-me com uma abundância de cenouras no frigorífico e isto acontece porque eu e a minha mãe nos separamos no supermercado. Vai cada uma para seu lado e enfiamos as coisas no carrinho que fica parado num determinado local. Acontece que, tanto eu como ela, decidimos que eram precisas cenouras em casa.
Com tanta cenoura decidi que a melhor maneira de despachar 1 kg dela era mesmo numa compota, que foi coisinha que nunca tinha visto nem provado mas que teve nota muito positiva. Goodbye miopia goodbye ;)

Ingredientes:
1 kg de cenouras
1 laranja
400 g de açúcar
8 dl de água
3 colheres (sopa) de passas (não usei)

Preparação:
Descasque as cenouras e corte-as em pedaços pequenos. Corte a laranja ao meio, retire-lhe as sementes e a casca e extraia-lhe o sumo.
Num recipiente antiaderente, coloque as cenouras, o açúcar, a água, o sumo e as cascas da laranja. Leve ao lume brando e vá mexendo de vez em quando, até a cenoura ficar tenra.
Retire as cascas da laranja. Triture e deixe cozinhar até obter um creme espesso. Acrescente as passas, espere que levante fervura novamente e desligue.
Depois de arrefecer, guarde a compota num recipiente limpo e seco.

Notas:
Guardei a compota em frascos esterilizados enquanto ainda estava quente e virei-os para baixo de modo a criar vácuo. Rendeu 3 frascos pequenos.
Se não usarem laranja biológica, lavem-na bem antes de retirar a casca.
Retirei a receita da colecção "Alimentos com História" volume 3.

publicado por Ameixinha às 11:50 | link do post | comentar | ver comentários (53) | partilhar
Quarta-feira, 08.12.10

Doce de melão

Um destes dias de Outono fiz-me à estrada, caminhei sem chuva mas com vento a zumbir nos ouvidos. À ida para a cidade vi folhas caídas, lindas, de um acastanhado dourado tipicamente Outonal e jurei que, na volta para casa, traria algumas no regaço! Pedi muito para não encontrar ninguém no caminho, apenas por vergonha que me vissem a escolher folhinhas à beira da estrada e para que não pensassem "mas quem é aquela maluca que ali está?". As pessoas recolhem-se na segurança dos lares e poucas, muito poucas, atrevem-se a meter o nariz na rua. Pensei para comigo que aquelas folhas tinham que ser aproveitadas, nem que fosse para usar numa má fotografia :) Vim de ramalhete na mão, seguindo orgulhosa deste aproveitamento que fiz, pouco preocupada do que haveriam de pensar, pronta a responder caso alguém perguntasse para que eram aquelas folhas!
Tudo na vida pode ser aproveitado, as folhas caídas e até os melões pouco doces. Todos nós sabemos bem o quanto é importante aproveitar tudo que é possível, sem desperdício e pensando no quanto somos privilegiados por ter acesso a comida, mesmo à fruta pouco saborosa!

Ingredientes:
1 1/2 kg de açúcar (usei apenas 600 gramas)
1 kg de polpa de melão em pedaços
1 casca de laranja ou tangerina

Preparação:
Envolvem-se os pedaços de melão no açúcar e deixam-se em repouso. No dia seguinte, escorre-se todo o líquido para um tacho, leva-se ao lume e deixa-se ferver até ponto de espadana forte. Adiciona-se os pedaços de melão e um pedacinho de casca de tangerina ou laranja, deixa-se ferver em lume brando e mexe-se sempre até descobrir o fundo do tacho.

Notas:
Não segui o procedimento à risca, coloquei o melão com o açúcar já no tacho e no dia seguinte de manhã levei a ferver tudo junto. Depois de ferver a primeira vez, reduzi para lume brando e fui retirando a espuma que se formava por cima, mexendo ocasionalmente. Depois de chegar ao ponto de descobrir o fundo do tacho, triturei com a varinha e guardei em frascos esterilizados.
A quantidade de açúcar que usei é, para mim, suficientemente doce.
Rendeu um frasco grande e um pequeno.
Baseei-me numa receita retirada d' O livro do Pantagruel.
Com esta receita contribuo para o projecto Reciclar do Delícias e Talentos, sem saber muito bem se isto que fiz foi reciclar ou reaproveitar :)
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Terça-feira, 07.09.10

Compota de figo com vinho do Porto

Para mim, não há nada que se compare a comer figos frescos ao natural. Porém, com tanta produção, há que armazenar para saborear mais tarde. Para isso, nada melhor do que a compota. Fiz duas mas esta, com Vinho do Porto, foi a que mais me agradou. Felizmente, as figueiras ainda produzem, a época está no fim mas, durante mais uma semana, vou comer figos frescos alternados com compota :)
Usei o programa "Doces" da MFP apesar de precisar de programar mais meia hora após o término, porque achei que ainda não estava como devia. Inspirei-me na receita que vi no blog Inspired2cook, só não usei o alecrim, fica para a próxima!

Ingredientes:
900 gramas de figos roxos ou verdes, sem pés e cortados em quartos
1 1/2 chávena de açúcar
1/4 chávena + 2 colheres (sopa) de sumo de limão
1/2 chávena de Vinho do Porto (usei 1/4 chávena)
1 pau de canela (opcional, não consta da receita original)

Preparação:
Deitar tudo na cuba da máquina do pão, programar "Doces" e esperar que o programa termine. Caso veja que ainda não está na consistência desejada, programe novamente e vá verificando até chegar ao ponto que pretende.
Guarde em frascos esterilizados, deixe arrefecer à temperatura ambiente e conserve no frigorífico até 3 meses.
Para quem não tem ou não quer fazer na MFP, coloque os figos numa panela com o açúcar, deixe repousar 15 minutos, mexendo ocasionalmente, até que a maior parte do açúcar tenha dissolvido. Junte o sumo de limão e o pau de canela ou alecrim, e leve a ferver até o açúcar dissolver completamente. Baixe para lume moderado, mexendo ocasionalmente, até a fruta estar mole e até que o líquido esteja espesso, cerca de 20 minutos. Retire o pau de canela ou alecrim, guarde em frascos esterilizados, deixe arrefecer a temperatura ambiente e guarde no frigorífico até 3 meses.

Dá para cerca de 3 frascos de compota dos comuns que se compram nos hipermercados.
O sabor do Vinho do Porto faz toda a diferença. Podem usar branco ou tinto, eu só tinha tinto e foi o que usei.
Boa semana!
publicado por Ameixinha às 14:51 | link do post | comentar | ver comentários (60) | partilhar
Segunda-feira, 01.02.10

Compota de abóbora e coco


Não sei se se recordam mas, em 2009 (já ando a ficar fartinha do ano velho!) tinha uma abóbora de uns quantos quilos para usar. Com ela fiz pizza, scones, pão e tarte mas faltava a compota. Em Portugal, é comum a compota de abóbora com nozes mas eu decidi experimentar a compota de abóbora brasileira que leva coco. É esta que vos apresento e garanto que ficou excelente. Fiz duas vezes, uma com cravinho e outra sem. Prefiro a que foi feita com cravinho, até porque deixei apurar muito mais... tanto tanto que até deixei queimar o fundo he he
É que foi feita na panela de pressão e é tão rápido que nem se dá por nada. Num instante, temos compota de abóbora à mesa :)
Baseei-me nas sugestões que vi no The cookie shop e no Rosmarino e Prezzemolo.

Ingredientes:

1 kg de abóbora descascada e cortada em cubos
1/2 kg de açúcar
1 pau de canela
4 cravos da índia
1/2 chávena de coco ralado

Preparação:
Numa panela de pressão, coloque a abóbora, o açúcar, o pau de canela, os cravos e o coco. Tape e leve ao lume médio. Quando começar a ferver, conte 15 minutos e depois desligue (depende das panelas, a minha levou cerca de 25 minutos). Guarde em frascos esterilizados e saboreie um belo doce de abóbora!


Rende cerca de 3 frascos pequenos, fica com uma cor e um aroma espectaculares. É difícil escolher entre a compota feita com nozes e a compota feita com coco. São as duas muito boas. Quem não gostar, pode omitir o cravo da índia. Eu acho que lhe dá um aroma único por isso uso-o mas em menor quantidade, porque pode haver alguém que não goste. Cá em casa, ninguém se queixou. Mas aqui andam sempre cheios de fome :)
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Quinta-feira, 05.11.09

Maçanada

Devo dizer que adorei o nome :)
Se com marmelo se faz marmelada, com maçãs faz-se maçanada!

Como já tinha dito aqui, tive acesso a algumas maçãs caseiras e aproveitei para fazer outra compota com elas. Desta vez, inspirei-me n' O Livro de Pantagruel e saiu esta compota maravilhosa. Queria que tivesse ficado com uma consistência mais durinha, para que pudesse cortar à faca, mas não consegui. É que tenho a mania de usar menos açúcar e também, por já estar farta de estar como bruxa de volta do caldeirão a mexer a maçanada! Que maçada :)
Foi com a maçanada que servi as panquecas de maçã.

Ingredientes:
1 kg de maçãs-reinetas descascadas e descaroladas (usei outra variedade)
1 kg de açúcar (usei cerca de 600 gramas)
1 limão pequeno, raspa e sumo
1 pau de canela

Cozem-se as maçãs em pouca água, escorrem-se e passam-se pelo passe-vite (usei a varinha). Ferve-se a água da cozedura com o açúcar e o pau de canela até ponto de fio*, juntam-se o polme da maçã, a raspa e o sumo de limão e deixa-se fervinhar em lume lento até descobrir o fundo do tacho.

Como é natural, O Livro de Pantagruel não dá muitas indicações quanto ao tempo ou ao que fazer depois de estar a receita pronta. É um pouco impreciso! Coloquei a maçanada ainda quente em tigelas e tapei com rodelas de papel vegetal. Conserva-se muito bem mas acho que fica ainda melhor em frascos tapados.

Gostei muito do toque do limão, dá-lhe um sabor mais refrescante.

*Ponto de fio: Colocando uma gotinha de calda entre o polegar e o indicador humedecidos em água fria, unindo-os e afastando-os repetidamente, forma-se entre ambos um pequeno fio; 25 a 28º no pesa-xaropes (é um densímetro que se utiliza para densidades superiores à água).


A Paula e a Manu ofereceram-me este selinho com uns nenúfares fofinhos!
Pelos vistos, vinha acompanhado de uma espécie de inquérito acerca daquilo que nos apaixona na vida em relação a:

Internet: pesquisas, comunicar com amigos e familiares que estão longe, ver programação e instituto de meteorologia (páginas mais visitada), blogs e mais uma série de coisas.

Pessoas: os sorrisos sinceros, cheirinho agradável (mas não intenso ao ponto de intoxicar meio mundo), simpatia, honestidade, alegria (mas nada em demasia, que ser-se demasiado feliz é estranho he he), gosto de pessoas que gostam de animais, com educação e histórias de vida interessantes.

Vestuário: gosto de casacos e meias/collants

Cosméticos: cremes hidratantes, lápis, sombras e perfumes

Comida: é que nem começo. Não vale a pena!!!

Hobbies: ler, caminhar, jardinagem, ver tv.

A Manu também me ofereceu este! Acho que não tenho que responder a nada :)


Obrigada e, adiantando-me, boa sexta-feira e bom fim de semana!
publicado por Ameixinha às 21:00 | link do post | comentar | ver comentários (66) | partilhar

mais sobre mim

a possuída moída

Sobrevivo numa selva de hipocrisia, burocracia e cegueira de quem não quer ver. Prefiro não me lembrar da crise de valores que vivemos, mesmo sendo quase impossível esquecer-me disso. Cozinho e como com prazer, mesmo que alguma culpa surja depois. Gosto de andar a pé sozinha, viajar de comboio com um livro na carteira, dizer "Bom dia" com convicção e a sorrir. Ajudar quem precisa é o que me permito fazer sem pensar duas vezes, embora haja muita gente mal-agradecida. Sou adepta da boa disposição, da humanidade e respeito nos serviços de saúde e educação, acredito na capacidade de generosidade e bondade das pessoas que me rodeiam. Entristece-me que, nem sempre, essas capacidades sejam canalizadas quando deveriam. Não gosto das vizinhas coscuvilheiras e de pessoas mal educadas, prepotentes e ocas. Os meus olhos transmitem tudo o resto de mim e são cor da canela. Amo a Fauna e a Flora. Adoro o Outono e as folhas que caem. Não vejo qualquer utilidade em peluches. E a única coisa que é afrodisíaca é o amor.

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