Sábado, 27.11.10

Lulas à americana

O ditado está errado: nem tudo o que vem à rede é peixe, porque no mar vivem moluscos, crustáceos, mamíferos e mais um sem número de coisas manhosas e esquisitas, daquelas que ainda nem foram descobertas nem tão pouco baptizadas.
Não sei se já contei esta estória mas, há alguns anos atrás a minha mãe, em conversa com uma amiga, disse que tinha comprado lulas e a senhora perguntou à minha mãe se ela gostava disso. A minha mãe disse que adorava e a senhora disse que não percebia como as pessoas gostavam daquilo, porque parecia que tinha palha por dentro :)
Infelizmente há muita gente que não sabe preparar as delícias que o mar nos dá, em resumo: há gente que acha que é só comprar e atirar para dentro do tacho! Por isso esta receita explica tim tim por tim tim como se deve fazer uma receita de lulas deliciosa, mas tenham muito cuidado para não queimar as pestanas, ok?

Ingredientes:
1,5 kg de lulas frescas
2 cebolas
azeite q.b.
2 colheres (sopa) de conhaque (usei whisky)
4 colheres (sopa) de polpa de tomate
1,5 dl de vinho branco
2 dentes de alho
1 haste de estragão
sal e pimenta
2 colheres (sopa) de salsa picada (opcional)

Preparação:
Limpe as lulas e retire a pele escura. Esvazie-as, tire os olhos e a membrana que se encontra no interior. Lave-as e corte os sacos às tiras e os tentáculos aos pedaços.
Pique as cebolas e doure-as em 5 colheres (sopa) de azeite. Junte as lulas e cozinhe em lume vivo até ficarem bem rosadas. Regue com o conhaque e incendeie. Quando a chama se extinguir adicione a polpa de tomate dissolvida no vinho, os alhos picados e o estragão.
Baixe o lume e cozinhe durante 20 minutos. Tempere com sal e pimenta e, se gostar, polvilhe com salsa picada.

Notas:
Optei por dar uma cozedura às lulas primeiro, para que perdessem um pouco da coloração rosada e ficassem mais tenrinhas.
Vi a receita na revista "boa mesa" nº 21 de 2005.
Podem acompanhar com arroz branco, mas eu gosto mais com batatas fritas ou batatas cozidas.

Bom fim de semana :)
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Quarta-feira, 24.11.10

Potes de romã e baunilha

Se viesse cá alguém jantar
Levava de sobremesa,
Potes para saborear
Com romãs, que beleza!
A baunilha a acompanhar,
Depositou-se no fundinho.
Um creme de lambuzar
Para aconchegar o corpinho.

Isto agora é todos os dias, não? Óbvio que não mas, aqui há uns tempos atrás, alguém me desafiou a fazer algo do género. Não é bem bem isto mas está lá perto e eu ando parca na prosa :)
Resta dizer que vi esta receita no blog Sass & Veracity há muito tempo mas, infelizmente, a época das romãs acontece uma vez no ano e só agora tive oportunidade de testar. Como a minha mãe me disse: "podes fazer mais!". O creme é mesmo muito bom e as sementes de baunilha fazem toda a diferença, como se vê pela foto :)

Ingredientes:
1 chávena de leite
1 chávena de natas
2 vagens de baunilha
5 gemas de ovos
6 colheres (sopa) de açúcar
6 colheres (sopa) de bagos de romã

Preparação:
Pré-aqueça o forno a 180º. Prepare um tabuleiro com 4-6 ramequins. Unte-os com óleo e reserve.
Coloque o leite e as natas numa panela. Parta as vagens de baunilha ao meio, abra-as e raspe as sementes. Combine as sementes e a vagem vazia de baunilha com o leite e as natas, e leve a ferver em lume médio.
Numa tigela, mexa as gemas de ovos e o açúcar até estar bem misturado.
Quando a mistura do leite começar a ferver, retire as vagens de baunilha e descarte. Mexa bem a mistura e com a panela numa mão e um batedor na outra, ponha um pouco do leite quente sobre a mistura de ovos, batendo bem enquanto despeja. Continue a adicionar o leite um pouco de cada vez, mexendo rapidamente com o batedor. Faça com que todas as sementes de baunilha sejam retiradas do fundo da panela e adicionadas à mistura.
Divida pelos ramequins e salpique os bagos de romã em cada um. Coloque o tabuleiro no forno e adicione água quente até cerca de meio da altura dos ramequins. Deixe-os no forno por cerca de 1 hora ou até que os topos estejam dourados e o creme assente. Remova da água e deixe arrefecer.

Notas:
Ao invés de ramequins usei potinhos de iogurte para ver melhor o efeito dos bagos de romã e das sementes de baunilha.
Não os untei com óleo, achei que o sabor poderia ficar comprometido, mas se usarem ramequins e quiserem desenformar no final, aconselho a usar spray para untar.
Usei apenas meia vagem de baunilha porque era daquelas muito gordas, e nunca as deito fora depois de usar; passo-as por água, seco-as bem com papel absorvente e coloco-as em açúcar. Deste modo obtenho açúcar baunilhado.
Usei apenas 3 gemas de ovo.
Obtive creme suficiente para encher 4 potinhos de iogurte.

Continuação de boa semana!
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Sábado, 20.11.10

Couscous com romã e menta


Se comigo a Moira viesse jantar
Dava-lhe couscous para saborear.
A receita é simples mas requintada,
Assim como é a Moira encantada.
Vermelhos bagos da cor de rubi
Assim o Tertúlia homenageio aqui.
Venham mais anos de alegres cores,
E muitos pratos de marcantes Sabores.


Ingredientes:
500 gr de couscous (uso o biológico)
1 colher (sopa) de azeite
1 limão, zest e sumo
uma mão cheia de menta, cortada
bagos de 1 romã

Preparação:
Coloque o couscous, azeite e o limão numa panela e cubra-o com 600 ml de água a ferver. Cubra e deixe arrefecer completamente. Use um garfo para mexer o couscous e junte a menta e os bagos de romã. Sirva.

Notas:
Reduzi a receita para 125 gramas de couscous, usei 200 ml de água. Servi o couscous morno mas frio come-se muito bem. Depois de provar adicionei uma pitada de sal, apesar da receita não referir.
Vi a sugestão da receita no blog Mind Food, fica um prato festivo, muito bonito e bastante saboroso. O sumo das romãs mistura-se ao couscous quando trincamos os bagos e dá-lhe um contraste fabuloso.

Parabéns ao Tertúlia e à Moira, que merece todo o sucesso e todo o meu carinho!

Bom fim de semana a todos :)
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Quarta-feira, 17.11.10

Bolo mármore de amoras

Diz que é um bolo típico da Grã-Bretanha, mas também diz que é mármore e eu não descobri porquê! Mas isso agora não interessa nada. As amoras ainda são da altura em que os senhores ajudaram a apanhar :) Entretanto foram furando a fila outras receitas e o bolo ficou para trás, esquecido na pilha de fotografias que se vai amontoando no computador.
Se eu podia publicar uma receita, ou mais, por dia? Podia, mas não era a mesma coisa :)

Ingredientes:
125 g de manteiga
125 g de açúcar
3 ovos
3 colheres (sopa) de leite
150 g de farinha de trigo
80 g de abóbora cristalizada (não usei)
100 g de amoras
açúcar em pó para polvilhar

Preparação:
Dentro de uma tigela bata a manteiga com o açúcar peneirado, até obter um creme volumoso e claro. Separe as gemas das claras. Adicione o leite e as gemas, uma a uma, ao creme de manteiga, batendo sempre. À parte bata as claras em castelo firme e deite-as à colherada na tigela, alternando com pequenas porções de farinha misturada com o fermento em pó. Junte a abóbora cristalizada cortada em fatias finas. Deite a massa numa forma redonda e lisa, untada com manteiga e polvilhada com farinha. Por cima espalhe as amoras previamente passadas por água e muito bem enxutas. Leve ao forno pré-aquecido a 180ºC durante 35 minutos, ou até o bolo estar cozido e dourado. Deixe arrefecer um pouco, desenforme sobre uma rede e deixe arrefecer completamente. Mude para um prato e polvilhe com açúcar em pó.

Notas:
A preparação refere fermento em pó mas tal não aparece nos ingredientes. Eu optei por usar uma colher de chá de fermento.
A receita foi retirada do livro "Os melhores doces do mundo - Bolos de Festa" publicada pela Activa.
Fiz o bolo numa forma redonda de 18 cm de diâmetro, fica pequeno, perfeito para acompanhar com um chá.
Usei papel vegetal em vez de untar a forma, o spray Espiga é perfeito para esse fim, mas eu ainda não o tinha.
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Sábado, 13.11.10

Courgettes recheadas com vegetais

Não há nada melhor que ter a cozinha só para nós, ouvir apenas o barulho dos tachos e dos talheres. Aproveitam-se as manhãs silenciosas para preparar receitas, de preferência saudáveis e, se forem vegetarianas, tanto melhor. Depois, há sempre os legumes solitários que repousam nas prateleiras, um resto disto, uma sobra daquilo, uma ou duas courgettes, mais umas quantas se a família for grande, e temos uma refeição quente, fácil, barata e saborosa.

As sobremesas são fáceis, conquistam quase todos, as carnes também são preferíveis, mas os legumes dão luta! Então quando se usa a palavra “vegetariana”, parece que o céu desaba e fica tudo com cara de poucos amigos. São preconceitos que temos que ir desconstruindo aos poucos, com dedicação e muita paciência. Mas a culinária é isso mesmo, um acto de amor que alimenta espirutual e fisicamente, e que nos vai consumindo por dentro, aumentando a nossa vontade de agradar ainda mais aqueles a quem queremos bem. Porque é importante que aquilo que fazemos fique na memória de quem come transportando-os, um dia mais tarde, até nós. É isso que pretendo, cozinhar, alimentar e permanecer na memória da família e amigos, especialmente se o conseguir fazer com receitas saudáveis. Esta que vos deixo é particularmente saborosa, já a repeti a pedido de quem provou e apreciou, aconselho-a a todos quantos queiram sentir o estômago aconchegado, o coração cheio e a alma leve.

Ingredientes:

2 courgettes

1 cebola

150 gramas de vegetais à vossa escolha (uso milho, pimento vermelho e cogumelos)

½ colher (chá) de sal

¼ colher (chá) de pimenta preta

Azeite q.b.

Queijo ralado q.b

sementes de girassol ou abóbora para polvilhar


Preparação:

1- Lave as courgettes e corte-as a meio longitudinalmente.

2- Usando uma colher retire a polpa deixando a casca intacta. Reserve.

3- Coloque as courgettes num tabuleiro e pincele-as com um pouco de sal e azeite.

4- Leve ao forno pré-aquecido a 180º por cerca de 10 minutos.

5- Entretanto pique a polpa da courgette e a cebola em pedacinhos pequenos.

6- Leve uma frigideira ao lume com azeite, adicione a cebola, a polpa de courgette, tempere com o sal e a pimenta e deixe refogar, mexendo constantemente, cerca de 10 minutos.

7- Depois adicione os vegetais e deixe-os cozinhar por mais 10 minutos ou até estarem cozidos.

8- Depois de pronto, combine a mistura da frigideira com o queijo ralado e recheie as metades das courgettes. Cubra com mais algum queijo e salpique com sementes de abóbora ou girassol.

Nota: As sementes dão ao prato um toque bastante interessante, pela crocância que proporcionam. Aconselho a levá-las ao forno por alguns minutos para que libertem o seu sabor e fiquem ainda mais crocantes.

Receita inspirada no blog Zoom Yummy.

Bom fim de semana.

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Quarta-feira, 10.11.10

Panquecas de dióspiro

Estamos a comer os últimos dióspiros da época e esta será muito provavelmente a última sugestão deste ano, com esta fruta, que apresentarei aqui. Mas devo dizer que termino em beleza :)
Os último estão guardados para saborear a polpa à colherada e, como não poderia deixar de ser, depois de ver umas panquecas de dióspiro no blog Eat This House, fiz sem pensar duas vezes!
Como sou daquelas que acorda esfomeada, juntei os ingredientes secos na noite anterior e, de manhã, tive apenas que preparar os líquidos e juntar à mistura. Rápido, simples e eficaz. Depois resta-me ligar a máquina do café e ficar impacientemente de espátula na mão em frente ao fogão :)

Ingredientes:
1 1/4 chávena de farinha (usei 1 chávena de farinha para bolos e 1/4 chávena de farinha integral)
2 colheres (sopa) de açúcar
2 colheres (chá) de fermento
1/2 colher (chá) de sal
1/4 colher (chá) de canela moída
1/4 colher (chá) de cardamomo moído
1 chávena de leite
6 colheres (sopa) de polpa de dióspiro (1 ou 2 frutos)
1 ovo
2 colheres (sopa) de manteiga derretida

Preparação:
Numa tigela junte os ingredientes secos. Reserve.
Noutra tigela combine o leite, dióspiro, ovo e manteiga. Junte os líquidos aos secos e mexa, mas não muito.
Coloque colheradas de massa numa frigideira, vire e sirva com maple syrup.

Notas:
A massa dá para 8 panquecas.
Se não quiserem sentir a polpa do dióspiro podem passar a polpa na varinha mágica ou liquidificadora. Eu gosto de sentir os pedacinhos.
O cardamomo dá-lhes uma certa "ardência" que eu adorei.
Servi com golden syrup mas podem usar qualquer tipo de cobertura, desde que vos agrade.

Continuação de boa semana!
publicado por Ameixinha às 16:15 | link do post | comentar | ver comentários (59) | partilhar
Segunda-feira, 08.11.10

Cake Indiano

Há quem ache os bolos salgados muito estranhos. Aparentemente parece um bolo normal, daqueles doces que se comem ao pequeno-almoço ou lanche, por isso a primeira impressão poderá causar estranheza. Mas, tal como dizia o poeta: "primeiro estranha-se, depois entranha-se". Por acaso eu fui das que ficou fã dos bolos salgados mal tomou conhecimento da sua existência.
A minha amiga Pipoka tem sempre óptimas sugestões e, esta, foi mais uma que pesquei do Three Fat Ladies :)

Ingredientes:
1 1/2 colher (sopa) de caril em pó
180 g de farinha
3 ovos
10 cl de leite de coco
10 cl de óleo
1 colher (sopa) de coco ralado ou creme de coco (usei coco ralado)
120 g de frango cozinhado (assado, no churrasco ou cozido)
sal q.b.
3 colheres (chá) de fermento


Preparação:
Ligar o forno a 180 graus. Untar uma forma de bolo inglês com manteiga e polvilhar com farinha. Numa tigela, misturar os ovos, o óleo e o leite de coco. Misturar a farinha com o caril e adicioná-los à mistura líquida. Juntar o frango desfiado. Temperar com sal. Por fim, incorporar o fermento delicadamente. Verter a massa na forma e colocar imediatamente no forno. Cozer cerca de 50 minutos. Deixar arrefecer antes de desenformar.


Boa semana a todos!
publicado por Ameixinha às 17:45 | link do post | comentar | ver comentários (57) | partilhar
Sexta-feira, 05.11.10

Bolo de iogurte e dióspiro

Supostamente seria um bolo light se eu tivesse usado iogurte natural magro. Mas usei iogurte natural caseiro saído da minha iogurteira. Portanto, passou a bolo de iogurte e dióspiro e ficou com a maravilhosa consistência de queijada.
Fi-lo com farinha normal e farinha integral, não está assim tão longe de ser light, já que o dióspiro também está cheio de propriedades benéficas! A foto mostra-o partido ainda a quente (é difícil esperar e eu não tenho auto-domínio!!), e notam-se alguns pedaços da polpa laranja do dióspiro. O aroma a canela torna-o irresistível, eu dei rumo a mais uns quantos dióspiros que precisavam de ser usados e tenho outros tantos a precisar de destino.
Fica aqui mais uma sugestão, desta vez encontrada no Cooking Books e que, caso alguém precise de usar dióspiros e nem goste muito de os comer ao natural, poderá experimentar sem receio porque o resultado é excelente. Além do mais é uma receita simples que é feita em 3 passos: líquidos, sólidos e "casamento" entre ambos :)

Ingredientes secos:
1 1/2 chávena de farinha (usei 1 chávena de farinha para bolos e 1/2 de farinha integral)
1/2 chávena de açúcar
2 colheres (chá) de fermento
1 colher (chá) de bicarbonato
1 colher (chá) de canela
1/2 colher (chá) de sal

Ingredientes líquidos:
1 chávena de iogurte natural
polpa de 3 dióspiros maduros, em puré (cerca de 3/4 de chávena)
2 colheres (sopa) óleo
1 ovo
1 colher (chá) de extracto de baunilha

Preparação:
Pré-aqueça o forno a 180º.
Unte e enfarinhe uma forma (usei óleo em spray Espiga).
Numa bacia combine os ingredientes secos e noutra os ingredientes líquidos.
Coloque os líquidos por cima dos secos e misture gentilmente, sem mexer demasiado.
Coloque na forma e leve ao forno por 35-40 minutos. Deixe arrefecer na forma por 10 minutos e depois retire para arrefecer completamente numa grade.

Notas:
Se quiserem um bolo mais doce, podem adicionar mais açúcar. Eu achei que com 1/2 chávena ficou perfeito.
Este bolo também pode ser feito com puré de bananas maduras.
Tal como a blogueira do Cooking Books diz: quem experimentar, não irá ficar desiludido!

Bom fim de semana a todos.

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publicado por Ameixinha às 00:01 | link do post | comentar | ver comentários (54) | partilhar

mais sobre mim

a possuída moída

Sobrevivo numa selva de hipocrisia, burocracia e cegueira de quem não quer ver. Prefiro não me lembrar da crise de valores que vivemos, mesmo sendo quase impossível esquecer-me disso. Cozinho e como com prazer, mesmo que alguma culpa surja depois. Gosto de andar a pé sozinha, viajar de comboio com um livro na carteira, dizer "Bom dia" com convicção e a sorrir. Ajudar quem precisa é o que me permito fazer sem pensar duas vezes, embora haja muita gente mal-agradecida. Sou adepta da boa disposição, da humanidade e respeito nos serviços de saúde e educação, acredito na capacidade de generosidade e bondade das pessoas que me rodeiam. Entristece-me que, nem sempre, essas capacidades sejam canalizadas quando deveriam. Não gosto das vizinhas coscuvilheiras e de pessoas mal educadas, prepotentes e ocas. Os meus olhos transmitem tudo o resto de mim e são cor da canela. Amo a Fauna e a Flora. Adoro o Outono e as folhas que caem. Não vejo qualquer utilidade em peluches. E a única coisa que é afrodisíaca é o amor.

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