Quarta-feira, 18.02.15

Do amor... aos biscoitos!

Amor é chocolate, e comida, e fogão, e quentura, e abraços! Amor é aquilo que nos satisfaz, satisfazendo outros. E alimentar outros - mesmo que esses outros sejam nós mesmos - é amor!

Amor não são sombras nem pedaços, é inteireza e constância. Amor é o que permanece quando o que foi, já não existe mais. É a memória, mesmo quando já nem nos lembramos do que fomos e do que o outro foi para nós.

Amor não tem dias, nem horas, tem vidas e humanidade. É cuidar, acreditar, persistir, insistir, remir, mas nunca, jamais, desistir. Não são objectos nem ilusões, são verdades e osmoses.

Amor não será, em tempo algum, promessas. Amor é um compromisso! De duas vidas, para a vida! São dois num só.

O amor está em vias de extinção, mas eu hei-de amarrar-me à esperança de quem quer - e vai - encontrá-lo na mais pequena partícula de pó. Até lá, como biscoitos

amêndoa e chocolate.jpg

Biscoitos de aveia, amêndoa e chocolate (Meaningful eats)

 

2/3 chávena de aveia sem gluten

1 colher (chá) de bicarbonato

1/2 colher (chá) de sal

1 colher (chá) de canela moída

1 chávena de manteiga de amêndoa myprotein

2/3 chávena de açúcar amarelo

2 ovos grandes

2 colheres (chá) de extracto de baunilha

2/3 chávena de pepitas de chocolate (nestlé)

 

Pré-aqueça o forno a 180ºC. Prepare dois tabuleiros com papel vegetal.

Junte a aveia, bicarbonato, sal e canela. Reserve.

Bata a manteiga de amêndoa com o açúcar, ovos e baunilha por cerca de 2 minutos.

Adicione a mistura de aveia e envolva as pepitas de chocolate.

Forme bolas do tamanho de nozes e coloque nos tabuleiros de forma espaçada. Leve ao forno por cerca de 10 minutos. Deixe arrefecer no tabuleiro durante 2 minutos e, depois, transfira para uma grade para arrefecer totalmente.

Guarde numa caixa hermética.

amêndoa choc.jpg

 Rende cerca de 18 biscoitos.

 Quem viu "still alice" há-de compreender este post

publicado por Ameixinha às 18:20 | link do post | comentar | ver comentários (5) | partilhar
Segunda-feira, 02.02.15

Biscoitos

Passou-se um mês desde o início deste novo ano e já tanta desgraça aconteceu. A minha mãe partiu um elo da coluna, o Matias foi internado com uma obstrução urinária, eu fui aconselhada a fazer hidroginástica, porque adormecem-me os dois braços quando durmo na posição fetal. É suposto toda eu adormecer e não sentir nada, mas sinto que tenho os braços a dormir e, isso, não é nada confortável.

Entretanto, decidi experimentar a osteopatia. Sou completamente adepta de tudo que não seja engolir químicos e, à falta de dinheiro para hidroginástica, consultei uma osteopata amiga que me disse que o meu problema era muscular. Deu-me uma coça como se não houvesse amanhã, revirou-me para um lado e para o outro, torceu-me todinha e, não satisfeita, estalou-me os ossinhos todos. Resumindo: sou quase de elástico, porque voltou tudo ao seu sítio correcto. Estou viva mas, continuo meia dormente. Habituei-me a dormir de barriga para cima e vou revirando para um lado e para o outro até que os braços dão sinal de fraqueza. Provavelmente é mesmo a coluna a dar de si, mas não posso deixar de carregar o que é preciso. Ainda a semana passada carreguei às costas o Matias dentro da transportadora dele. Uma caminhada de mais de 4 km que eu já sabia que ia custar caro. Tenho contracturas musculares até à pontinha do dedos, mas isso é de fazer uma carrada de biscoitos todas as semanas. É uma forma de ganhar uns trocos para comprar farinhas sem glúten e pagar veterinário :) Depois, há biscoitos para consumo próprio, sem glúten, sem lactose, porque também preciso de comer e de acompanhar o café com alguma coisinha.

 

2 fev 009.jpg

Ingredientes:

1 chávena de farinha de arroz

1/2 chávena de farinha de milho

1 chávena de amido de milho

1/2 chávena de fécula de batata

1 colher (chá) de fermento

1/2 chávena de açúcar Sidul

70 g de Vaqueiro líquida

1 ovo

 

Preparação:

Misture a vaqueiro com o açúcar, adicione o ovo e mexa. Junte as farinhas e o fermento e misture até ficar homogéneo.

Humedeça a mão e faça bolinhas. Coloque-as em tabuleiro untado ou forrado com papel vegetal, achate-as com um garfo e leve a forno pré-aquecido a 180ºC até que dourem nas bordas. Deixe arrefecer e guarde num recipiente hermético.

 

Baseada nesta receita.

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Quinta-feira, 08.01.15

Pavlova de chocolate com lemon curd

pavlova1.JPG

O final de 2014 trouxe uma casa "nova" e um forno novo. Um forno onde se podem fazer pavlovas.

O final de 2014 trouxe novos amigos, uma viagem, muitos encontros para planear a viagem, muito chá, biscoitos, pavlovas, gargalhadas.

Convenhamos que toda e qualquer reunião de amigos onde não haja comida... é algo muito chato! Uma boa desculpa para ir para a cozinha, porque os bons amigos merecem o melhor de nós e, o meu melhor, neste momento, é uma pavlova de chocolate! Eles merecem e eu também

 

Ingredientes:

4 claras

200 g de açúcar em pó

4 colheres (sopa) de amido de milho

3 colheres (sopa) de cacau em pó

1 colher (chá) de vinagre de vinho branco ou sidra

100 g de chocolate semi-amargo

200 ml de natas sem lactose

1 colher (chá) de essência de baunilha

2 colheres (sopa) de lemon curd

frutos vermelhos

 

Preparação:

Pré-aqueça o forno a 140ºC.

Desenhe um círculo de 23 cm de diâmetro numa folha de papel vegetal.

Bata as claras em castelo. Gradualmente junte o açúcar e vá batendo até que a mistura fique em castelo novamente. Adicione o amido, cacau e o vinagre.

Coloque a mistura dentro do círculo e espalhe fazendo uma ligeira concavidade no centro para rechear posteriormente.

Leve ao forno por cerca de 1h30min.

Para o recheio, derreta o chocolate em banho-maria ou no microondas. Remova e deixe arrefecer ligeiramente.

Bata as natas com a baunilha até ficarem espessas.

Envolva 4 colheres de sopa de natas batidas no chocolate derretido.

Envolva o lemon curd com as restantes natas.

Coloque o merengue num prato de servir, recheie com as natas e, depois, com a mistura de chocolate. Decore com amoras ou outros frutos vermelhos.

 

pavlova.jpg

 

Receita do livro "The chocolate and coffee bible".

Não tirei foto a nenhuma fatia, tornou-se tarefa impossível. Desta última até houve disputa pela última fatia. Nunca eu tinha visto uma sobremesa desaparecer tão depressa!

 

Bom fim de semana

 

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Quarta-feira, 24.12.14

Sonhos, leva-os o vento

sonhos vento.jpg

Nem sempre os sonhos que sonhamos são bons. Alguns são um veneno. Eles embelezam a realidade, aumentam as nossas expectativas, impulsionam-nos para outro mundo, fazem-nos acreditar na mentira. Os sonhos não matam, eles fortalecem-nos depois da realidade nos bater fortemente na face. Acorda! E acordamos, lambemos as feridas, remoemos as lembranças, suportamos as memórias, rasgamos a pele de arrependimento.

E insistentemente, o sonho vive em nós. Perdemos um, criámos outro, regamos uns quantos, esperamos que, pelo menos um, sobreviva e dê frutos. Criaturas de esperança, é o que somos. O coração, por muito magoado que esteja, insiste em esperar melhor, o que ainda não veio, o que tanto queremos, que nem sabemos merecer, mas que desejamos fortemente. Quero sonhos e um coração aberto para que entrem concretizações. Até que isso aconteça, deixo que o vento me transporte para outras paragens, lugares longínquos, sítios onde os sonhos podem ir e, um dia, onde nós também voltamos.

Engulam sonhos e deixem que corram nas vossas veias. Se o sangue é vida, não deixemos que os sonhos sejam a nossa morte ;)

 

Bolinhos de vento (daqui)

 

80 g de água

80 g de leite sem lactose

30 g de margarina vaqueiro

80 g de maizena peneirada

1 colher (chá) de fermento

2 ovos

1 pitada de sal

 

Preparação:

Num tacho, coloque a água, leite, margarina e sal e espere que ferva. Retire do lume e deite a maizena de uma só vez, mexendo bem para que não se formem grumos. Incorpere os ovos, um a um, batendo bem entre cada adição. Numa frigideira, aqueça óleo e frite pequenas bolas de massa. Coloque em papel absorvente e passe por uma mistura de canela e açúcar.

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Quinta-feira, 11.12.14

Compota de abóbora com baunilha e limão

Um dia destes apareceu uma vizinha com um pedaço de abóbora na mão. É daquela abóbora amarelinha, um pouco mais doce, daquela que nem toda a gente gosta de colocar na sopa. Sabendo que ando sempre de volta dos tachos, perguntou se tinha sítio para congelar a dita. Mal olhei para ela e vi logo que, parte, ia para uma das minhas compotas favoritas. A vizinha, prontamente arranjou-me mais um pedaço de abóbora. Congelei alguma que tenho usado em sopas e decidi experimentar outra compota de abóbora. As nozes ainda não chegaram cá a casa, não sei se a senhora da nogueira se esqueceu da minha encomenda anual, ou se ainda estão a secar ao sol de inverno; por isso, embuí-me de espírito de aventura e... fiz uma pesquisa no google :)

Apareceu-me algo interessante e eu resolvi adaptar nos ingredientes e na preparação. Primeiro, porque a compota pedia laranja e eu, tendo laranjeiras em casa, mas estando demasiado escuro para ir apanhar uma, resolvi apanhar um limão que estava bem mais perto de mim e da lâmpada ;) Medo!!!

compota de abóbora baunilha.jpg

 

Ingredientes:

1 kg de abóbora limpa e cortada aos pedacinhos

0,5 kg de açúcar para compotas Sidul

1 vagem de baunilha aberta

1 pau de canela

1 casca de limão

1/2 cálice de vinho do Porto

 

Preparação:

Coloque todos os ingredientes na panela de pressão e deixe ferver por 20 minutos. Abra depois de sair todo o vapor, mexa um pouco e deixe terminar de engrossar. Guarde em frascos previamente esterilizados.

Caso prefira o método tradicional, leve o tacho ao lume com os ingredientes, mexendo ocasionalmente, até obter ponto de estrada. Guarde em frascos esterilizados.

publicado por Ameixinha às 21:08 | link do post | comentar | ver comentários (4) | partilhar
Terça-feira, 18.11.14

Gugelhupf de ameixas e nozes

Gugelhopf.jpg

Mudei de casa pela primeira vez na vida - tirando os 5 anos que passei em Coimbra - e foi um processo longo! Um processo que ainda não terminou. Primeiro mudaram os meus pais. Fiquei à espera que acertassem com a medida do colchão da minha cama. Só à terceira é que conseguiram. Faltava a coizinha, o puzzle do Ikea estava muito complicado. Quase 2 semanas depois já havia fogão. Lá fui eu e o Matias. Depois faltava o meu roupeiro, porque não havia transporte para ir buscá-lo. Domingo 2 amigos fizeram o favor de ajudar a pô-lo no sítio. Hoje, trouxe o Tomás para cima. Sim, porque só me mudei para uma casa150 metros acima da antiga. Ou seja, a aldeia é a mesma. Ui, que alegria :/

Estou a habituar-me ao forno eléctrico e ainda não testei receitas novas. Restam-me experiências do fogão a gás. Boas experiências!

Este bolo pede uma chávena de chá. Estes dias chuvosos precisam de ser adoçados. Há lá melhor coisa que bolo e casas semi-novas? Boa combinação!

Gugelhopf fatia.jpg

 Ingredientes:

100 g de manteiga

175 g de açúcar em pó

1 colher (sopa) de açúcar baunilhado

3 ovos, 1 pitada de sal

60 g de nozes raladas

50 g de ameixas secas

1 colher (chá) de canela moída

125 ml de leite

250 g de farinha sem glúten

1 colher (chá) de fermento

 

Preparação:

-Bata a manteiga e os açúcares. Separe os ovos. Incorpore pouco a pouco as gemas na mistura de manteiga e açúcar. Noutra tigela, bata as claras com o sal em castelo.

- Unte com manteiga uma forma com chaminé e pré-aqueça o forno a 180ºC. Incorpore, pouco a pouco, o miolo de nozes, as ameixas aos pedacinhos, a canela e o leite na massa de manteiga. Numa tigela à parte misture a farinha com o fermento. Incorpore esta mistura, pouco a pouco, na massa, batendo sempre. No fim, incorpore delicadamente as claras batidas em castelo.

- Deite a massa na forma preparada e leve a cozer durante 40-45 minutos. Deixe arrefecer e desenforme.

 

*Receita adaptada do livro "Padaria e pastelaria sem glúten".

publicado por Ameixinha às 22:10 | link do post | comentar | ver comentários (12) | partilhar
Quarta-feira, 15.10.14

Areias sem glúten

areias sem glúten.jpg

Das coisas que fazemos por amor.

Falo-vos agora, neste outono cinza e molhado, de idas à praia.

Este ano fui à praia mais vezes do que em todos os anos da minha vida. Fi-lo por amor. Não por um amor apaixonado, mas por um amor amigo.

A vida não trás desilusões, são as pessoas que desiludem. Talvez aconteça por termos expectativas demasiado elevadas em relação aos outros. Talvez porque romantizamos a pessoa que julgamos amar. Construímos sonhos, fazemos planos, sorrimos às nuvens.

Depois, alguém deixa cair a máscara, alguém destrói, esmaga o coração, aperta a garganta. Chora-se copiosamente, partilha-se a dor, encostam-se corações num abraço apertado que não cura, mas ajuda.

Os domingos são agora ocupados por tardes na praia, quer chova quer faça sol, porque há necessidade de lavar a alma, deixar correr para o mar as lágrimas salgadas, levar um abanão da maresia.

É quando vem a tristeza que precisamos de amigos, amigos que não gostam de areia mas que vão, que querem que a tristeza do outro passe, que veja que o futuro há-de ser melhor, que há uma onda que leva, que há outra onda que trás.

Pela minha amiga fui à praia e nunca na minha vida comi tanta areia. Foi biscoitos com areia, batatas fritas com areia, tremoços com areia, fruta com areia.

Livrem-se de terem desgostos de amor tão brevemente! Ainda estou a digerir os grãos de areia que engoli há uns tempos atrás :)

Areias, só se forem em forma de biscoitos, com aroma de canela!

 

Areias:

250 gramas de farinha Mix Dolci da Schar

150 g de margarina à temperatura ambiente

5 colheres (sopa) de açúcar

 

Amassar bem à mão, fazer bolinhas, achatar com um garfo e levar ao forno pré-aquecido a 180ºC até dourar.

Retire e passe por uma mistura de açúcar em pó e canela.

Delicie-se!

publicado por Ameixinha às 13:05 | link do post | comentar | ver comentários (10) | partilhar
Quinta-feira, 18.09.14

Muffins de abacate

Não sei o problema que a maioria das pessoas têm com a chuva. É certo que tivemos um verão tímido, estranho, deslavado. Até gostei que fosse assim, ameno. O sol forte torna tudo tão seco, árido, queimado.

Quando chove, o céu até pode estar mais cinzento mas a natureza fica mais verde, a terra liberta o seu característico odor. Além disso, só quando chove conseguimos ver o arco-íris. Há lá alguma coisa mais colorida que um arco-íris? No verão, o céu até pode ser azul mas continua a ser inalcansável. Quem adora essa beleza mas não a alcança, deve viver em permanente insatisfação. Melhor que isso é estender a mão, tocar a chuva, cheirar a terra e ver as plantas mais verdes que nunca, contrastando com o céu cinza. Água é vida e, quando cai do céu sem pedirmos, só pode ser benção divina... desde que não venha inundar nada. Ó céus, não abusem da minha benevolência!

E sim, hoje apanhei um banho de chuva, lavei a alma!

 

Ingredientes:

150 g de farinha sem glúten (usei schar mixB)

1 1/2 colher (chá) fermento

125g de manteiga amolecida

165g de açúcar em pó

2 ovos médios

1 colher (sopa) de açúcar baunilhado

200 g de abacate amassado

 

Preparação:

Pré-aqueça o forno a 170ºC. Misture o fermento à farinha e reserve.

Bata a manteiga, misture os açúcares e bata até formar um creme.

Acrescente os ovos, um a um, batendo entre cada adição em velocidade alta.

Junte, alternadamente, o creme de abacate e a mistura de farinha.

Coloque em formas de queques e leve ao forno por cerca de de 30 minutos. Sirva mornos ou frios.

 

Receita adaptada do blog Dia de Domingas.

publicado por Ameixinha às 22:46 | link do post | comentar | ver comentários (3) | partilhar
Quinta-feira, 21.08.14

Pão de mistura

 

Há uns meses recebi a visita de umas amigas especiais, todas mouras, mas especiais. De visita à invicta, aproveitamos para colocar a conversa em dia, comer, falar de comida, rir e passear. Foi bom, muito bom. Para quem anda meio desanimado, foi uma injecção jeitosa :)

Houve presentes, tantos e tão bons. Malucas, todas! Que se lixe, eu gostei, muito! Todas tão longe, e nem sabem que cabem no meu abraço, todas, todos os dias, ou quando me apetece.

Entre farinhas sem glúten, livro, chocolates, pernil do Antunes, bifanas da conga que ficaram por comer, forminhas e montras, foi um dia para não esquecer.

Delas recebi o meu primeiro livro de receitas sem glúten, e resolvi experimentar algumas depois de ter comprado uma cambada de farinhas diferentes. Deixo aqui a receita base de uma mistura que se usa para fazer pães. Gostei muito do resultado, pão de côdea crocante e com um miolo todo esburacadinho. Maravilha!

 

 

 

Ingredientes base:

200 g de trigo sarraceno

200 g de farinha de arroz

200 g de farinha de teff

250 g de amido de milho

150 g de amido de tapioca

3 colheres (sopa) de sorgo

2 colheres (chá) de amaranto

2 colheres (chá) de psílio

 

Numa tigela misture as farinhas todas e guarde numa caixa fechada, ao abrigo da luz.

 

Para o pão de mistura:

500 g de farinha sem glúten (mistura já preparada)

2 colheres (chá) de fermento schar

1 colher (chá) de psílio

1 colher (chá) de açúcar

1 colher (chá) de sal

30 g de manteiga

1 colher (chá) de vinagre de fruta

400 ml de água morna

 

Coloque a água, sal e açúcar na cuba da máquina do pão. Junte os ingredientes secos, deixando o fermento para o final. Ligue no programa sem glúten. Se a massa agarrar, junte mais um pouco de farinha.

Deixe terminar o programa, retire e coma quente porque vale a pena :)

 

 

Receita adaptada do livro "padaria e pastelaria sem glúten".

publicado por Ameixinha às 21:35 | link do post | comentar | ver comentários (9) | partilhar
Domingo, 03.08.14

Panquecas de banana

 

Todos se queixam da chuva a meio do Verão. Chuva em Agosto? Que desgraça!

Não acho, não concordo, mas nunca fui das pessoas que fazem muito sentido :)

Diferente é bom, inesperado é ótimo, estranho é engraçado. Sou eu!

Aproveito os dias assim, menos quentes, para aquecer a alma. Chá e panquecas, sempre fazem sentido, faça chuva ou faça sol.

É tão fácil colorir os dias mais cinzentos. Experimentem usar o coração para ver beleza, vão encontrá-la em todos os cantos, mesmo em pequenas partículas, como as gotas de chuva ;)



 

 

Ingredientes:

1 banana madura

1 ovo

1 colher (sopa) de açúcar

1 colher (chá) de canela moída

1 chávena de leite sem lactose

1/2 chávena de farinha de arroz

1/2 chávena de farinha doves farm self-raising*

1 colher (chá) de fermento

 

Preparação:

Amasse a banana, junte o ovo, o açúcar e a canela e mexa bem. Adicione o leite e, depois, a farinha junta com o fermento. Envolva e deite uma porção numa frigideira quente, vire e deixe mais um minuto. Retire e sirva com compota de fruta ou maple syrup.

 

Receita retirada do site ww.food.com

*ou usem apenas farinha de arroz

publicado por Ameixinha às 21:31 | link do post | comentar | ver comentários (6) | partilhar

mais sobre mim

a possuída moída

Sobrevivo numa selva de hipocrisia, burocracia e cegueira de quem não quer ver. Prefiro não me lembrar da crise de valores que vivemos, mesmo sendo quase impossível esquecer-me disso. Cozinho e como com prazer, mesmo que alguma culpa surja depois. Gosto de andar a pé sozinha, viajar de comboio com um livro na carteira, dizer "Bom dia" com convicção e a sorrir. Ajudar quem precisa é o que me permito fazer sem pensar duas vezes, embora haja muita gente mal-agradecida. Sou adepta da boa disposição, da humanidade e respeito nos serviços de saúde e educação, acredito na capacidade de generosidade e bondade das pessoas que me rodeiam. Entristece-me que, nem sempre, essas capacidades sejam canalizadas quando deveriam. Não gosto das vizinhas coscuvilheiras e de pessoas mal educadas, prepotentes e ocas. Os meus olhos transmitem tudo o resto de mim e são cor da canela. Amo a Fauna e a Flora. Adoro o Outono e as folhas que caem. Não vejo qualquer utilidade em peluches. E a única coisa que é afrodisíaca é o amor.

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